Amor de uma jovem nuvem
Era uma vez uma nuvem jovem, linda em suas formas e emocionante com sua cor branca. Havia se formado em cima do Atlântico e um dia enfim, tomava seu rumo junto com outras nuvens mais experiente para seu destino final. O Vento as ajudava a tomar seu caminho para o continente africano onde um dia haveriam de se desfazer em chuva em cima do Grande Bosque, numa região mais arborizada ao sul da África.
Estavam passando pelo deserto e para a jovem nuvem era tudo muito encantador, de uma beleza sem igual, era a primeira vez que por ali passava. Viu ela no meio das centenas de dunas uma jovem duna, recém formada pelo vento e que tomava uma forma muito linda. E por ela a jovem nuvem ficou enamorada.
Perguntou as outras nuvens porque elas não se desfariam ali, naquele deserto, um lugar tão lindo e que tanto precisava delas. Uma nuvem mais experiente lhe respondeu:
- Não vale a pena morrer aqui, é um lugar seco, sem vida, sem ninguém para aproveitar o que lhe daremos. Já Grande Bosque tem flores, arvores e animais que se alimentam da nossa água e precisam dela para permanecer vivas. Lá seremos de bom proveito.
A jovem Nuvem não ficou contente com aquilo. Estava por demais enamorada da pequena Duna e com ela queria ficar. O Grande Bosque não parecia tão atraente quanto sua querida e jovem Duna. Resolveu ficar.
Aproximou-se então da jovem Duna e lhe falou:
- Estava a te olhar, admirando o quanto és tu formosa. É a coisa mais linda que já vi. Tuas formas, tuas cores são tão encantadoras que me fazer querer estar aqui contigo, pra sempre.
A jovem Duna lhe respondeu:
- Oh jovem Nuvem, a mim também encanta tuas formas, como és linda ai onde estais. Teu branco no infinito azul do céu é tão lindo que não consigo ver nada que não seja a tua maravilhosa forma. Diz-me como é a vida ai em cima?
- Aqui é lindo! Os pássaros voando vem nos fazer companhia. Cantam para nós cantigas de alegria e felicidade. É muito lindo o voou dos pássaros. O vento nos carrega por todo canto e vemos coisas muito lindas aqui de cima. Mas nada havia me encantado tanto como tu minha querida Duna. Dizes-me agora tu, como é tua vida ai embaixo? – Respondeu a jovem Nuvem.
- Aqui é bem bonito sim! Tem os animais que rastejam sobre nossa superfície nos fazendo cócegas e nos enchendo de sorriso. Tem também os viajantes com seus camelos... Ah como são lindos os viajantes, uma pena que não possamos oferecer muito a eles. O vento também nos carrega de um lugar pra outro e logo estarei morrendo e em algum outro lugar me formarei de novo. E assim é! – Disse-lhe a duna
A jovem Nuvem então decidiu que morreria ali com sua amada. Já não conseguia pensar em outra coisa senão ficar ali com ela e a melhor maneira eram se desfazer em água e banhar sua amada Duna. E assim o fez! Derramou sua água por sobre a Duna.
A Duna ali ficou e o Vento não a levara dali. Logo começaram a desabrochar flores por toda ela e uma invasão de cores e vida se espalhava por toda sua superfície. Ficou então mais bela do que jamais nenhuma outra duna ficara. Logo outras nuvens por ali passando, ao avistarem a florida e viva duna desabavam suas águas fazendo assim com que a duna se tornasse cada dia ainda mais encantador. Ai um dia aconteceu de que lhe chamaram de bosque e a Duna feliz ficou, pois tudo ali era fruto do amor de sua querida pequena Nuvem. E amou-a para sempre.
Fim.
Vale ou não a pena morrer por amor?
Conto de dominio publico em algum lugar desse mundo.
A mim fora contada por Patrick, um amigo que conheci faz alguns dias e que tem ajudado a fazer dos meus ultimos dias aqui em Canoa um momento deveras especial. A mim fez a pergunta e que agora fiz a todos que o texto leram.
Estavam passando pelo deserto e para a jovem nuvem era tudo muito encantador, de uma beleza sem igual, era a primeira vez que por ali passava. Viu ela no meio das centenas de dunas uma jovem duna, recém formada pelo vento e que tomava uma forma muito linda. E por ela a jovem nuvem ficou enamorada.
Perguntou as outras nuvens porque elas não se desfariam ali, naquele deserto, um lugar tão lindo e que tanto precisava delas. Uma nuvem mais experiente lhe respondeu:
- Não vale a pena morrer aqui, é um lugar seco, sem vida, sem ninguém para aproveitar o que lhe daremos. Já Grande Bosque tem flores, arvores e animais que se alimentam da nossa água e precisam dela para permanecer vivas. Lá seremos de bom proveito.
A jovem Nuvem não ficou contente com aquilo. Estava por demais enamorada da pequena Duna e com ela queria ficar. O Grande Bosque não parecia tão atraente quanto sua querida e jovem Duna. Resolveu ficar.
Aproximou-se então da jovem Duna e lhe falou:
- Estava a te olhar, admirando o quanto és tu formosa. É a coisa mais linda que já vi. Tuas formas, tuas cores são tão encantadoras que me fazer querer estar aqui contigo, pra sempre.
A jovem Duna lhe respondeu:
- Oh jovem Nuvem, a mim também encanta tuas formas, como és linda ai onde estais. Teu branco no infinito azul do céu é tão lindo que não consigo ver nada que não seja a tua maravilhosa forma. Diz-me como é a vida ai em cima?
- Aqui é lindo! Os pássaros voando vem nos fazer companhia. Cantam para nós cantigas de alegria e felicidade. É muito lindo o voou dos pássaros. O vento nos carrega por todo canto e vemos coisas muito lindas aqui de cima. Mas nada havia me encantado tanto como tu minha querida Duna. Dizes-me agora tu, como é tua vida ai embaixo? – Respondeu a jovem Nuvem.
- Aqui é bem bonito sim! Tem os animais que rastejam sobre nossa superfície nos fazendo cócegas e nos enchendo de sorriso. Tem também os viajantes com seus camelos... Ah como são lindos os viajantes, uma pena que não possamos oferecer muito a eles. O vento também nos carrega de um lugar pra outro e logo estarei morrendo e em algum outro lugar me formarei de novo. E assim é! – Disse-lhe a duna
A jovem Nuvem então decidiu que morreria ali com sua amada. Já não conseguia pensar em outra coisa senão ficar ali com ela e a melhor maneira eram se desfazer em água e banhar sua amada Duna. E assim o fez! Derramou sua água por sobre a Duna.
A Duna ali ficou e o Vento não a levara dali. Logo começaram a desabrochar flores por toda ela e uma invasão de cores e vida se espalhava por toda sua superfície. Ficou então mais bela do que jamais nenhuma outra duna ficara. Logo outras nuvens por ali passando, ao avistarem a florida e viva duna desabavam suas águas fazendo assim com que a duna se tornasse cada dia ainda mais encantador. Ai um dia aconteceu de que lhe chamaram de bosque e a Duna feliz ficou, pois tudo ali era fruto do amor de sua querida pequena Nuvem. E amou-a para sempre.
Fim.
Vale ou não a pena morrer por amor?
Conto de dominio publico em algum lugar desse mundo.
A mim fora contada por Patrick, um amigo que conheci faz alguns dias e que tem ajudado a fazer dos meus ultimos dias aqui em Canoa um momento deveras especial. A mim fez a pergunta e que agora fiz a todos que o texto leram.

